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fevereiro 21, 2016

Reprodução

A cadela apresenta o primeiro cio entre 6-12 meses de idade. A duração é de 14 a 21 dias e a ovulação ocorre entre o 10º e 13º dia do início do cio. O intervalo entre um cio e outro é de 4 a 18 meses e a vida reprodutiva é de 8 a 10 anos. O período de gestação é de 58 a 65 dias (normalmente 63). A puberdade do cão ocorre entre 6 e 12 meses de idade. A gata apresenta o primeiro cio entre 4-12 meses de idade. A duração é de 10 a 20 dias e a ovulação ocorre de 1 a 2 dias após a copulação. O intervalo entre um cio e outro é de 14 a 30 dias e é sazonal (setembro a janeiro), e a vida reprodutiva é de 8 a 10 anos. O período de gestação é de 61 a 69 dias (normalmente 65). A puberdade do gato ocorre em 6 meses de idade.


Doenças infecciosas mais comuns

Cães

Cinomose Canina:

Doença infecciosa provocada por vírus. Extremamente contagiosa, pode afetar os sistemas digestivos, respiratórios e nervoso do animal. Provoca picos de febre, diarreia, pneumonia e convulsões, levando frequentemente o animal à morte. Não existe tratamento 100% efetivo contra esta doença, sendo a vacinação o melhor método de controle.

Parvovirose:

Provocada por vírus e altamente contagiosa. Acomete principalmente animais jovens, podendo causar febre, apatia, vômitos e diarreias com sangue, levando o animal à desidratação, que pode ser muito grave. Um esquema vacinal múltiplo é muito importante na prevenção desta doença.

Coronavirose:

Provocada por vírus, é altamente contagiosa. Acomete principalmente animais jovens, podendo causar febre, apatia, vômitos e diarreia com sangue, levando o animal à desidratação, que pode ser muito grave. Um esquema vacinal múltiplo é muito importante na prevenção desta doença.

Parainfluenza:

Causada por vírus, acomete o sistema respiratório de cães, podendo ser muito severa em animais jovens. Pode favorecer a instalação de outros agentes infecciosos (ex: Cinomose).

Hepatite Infecciosa Canina:

Também viral e altamente contagiosa. Provoca febres e severos danos nos rins, fígado e outros órgãos dos animais acometidos, podendo levá-los à morte.

Leptospirose:

Doença infecciosa provocada por bactérias. Tem extrema importância, pois pode provocar a morte do animal e ser transmissível a seres humanos. Provoca desde dores generalizadas à hemorragia interna e danos severos no fígado, podendo levar o animal a uma icterícia (fica amarelado). A transmissão se dá pelo contato com a urina de animais infectados. A vacinação semestral contra esta doença (nas áreas endêmicas) é de muita valia na sua prevenção.

Leishmaniose visceral (Calazar):

Causada por protozoário parasita da corrente sanguínea, pele e vísceras de animais e pessoas infectadas. Transmitida por um mosquito, conhecido popularmente pelo nome de mosquito palha. Não existe tratamento que garanta a cura do animal, mas sim medicamentos que produzem melhora clínica e o desaparecimento dos sintomas. O controle é feito através de vacinação, uso de coleiras e produtos repelentes, combate do vetor através de pulverizações dos ambientes e manter quintais limpos etc.

Gatos

Panleucopenia Felina:

Doença provocada por vírus. Muito contagiosa, atinge gatos de todas as idades (principalmente filhotes). Causa febre, vômitos, diarreia e desidratação, que pode ser muito severa. Pode provocar a morte do animal. A vacinação é muito eficiente na prevenção desta doença.

Complexo Respiratório Felino:

É um conjunto de doenças infecciosas bacterianas virais e clamidiose, que podem atingir todo o sistema respiratório do animal. Os sintomas são muito variados, de acordo com o agente envolvido, e vão desde febre, tosse, conjuntivite e pneumonias. Acomete filhotes, principalmente.

Leucemia Felina:

Doença provocada por vírus. O reservatório natural do vírus na natureza é o gato assintomático persistentemente virêmico. A infecção de outros gatos geralmente exige um contato prolongado e íntimo, sendo a saliva e a urina as principais vias de eliminação do vírus.

Cães e Gatos

Raiva:

Certamente a doença mais assustadora. O vírus da raiva ataca o sistema nervoso central dos animais e do homem e é fatal. Pode ser transmitida aos seres humanos e a animais, através da mordida de outros animais contaminados. A vacinação anual de cães e gatos é o meio protetivo mais eficiente contra esta doença.

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Cuidados odontológicos

Por que a profilaxia oral para o meu animal de estimação é importante?

Você é responsável pelo seu animal, você deve alimentá-lo, exercitá-lo regularmente e levá-lo ao veterinário para exames de rotina e vacinação. Mas você se lembra de cuidar dos dentes de seu pet? Cães e gatos podem desenvolver doenças ou problemas orais como pessoas. Você pode evitar muitos destes problemas levando o seu animal ao seu veterinário para check-ups dentários regulamente e estabelecer uma rotina de cuidados orais com seu pet em sua casa.

Quais são os sinais físicos de doença periodontal?

A doença periodontal começa quando uma placa macia (um filme fino, que cobre a superfície do dente) inflama a gengiva, uma condição chamada “gengivite”. Se seu pet tem mau hálito e gengivas avermelhadas que sangram facilmente, isso pode ser gengivite. A gengivite pode levar a periodontite ou inflamação dos tecidos ao redor dos dentes. Se não tratada, ela pode causar perda dentária e bacteremia, ou seja, infecção no sangue. Esta infecção pode chegar a vários órgãos, sendo os principais afetados o coração e os rins. A periodontite também pode causar dor ao alimentar, por isso seu animal pode perder o apetite e até perder peso. Animais que possuem uma boa saúde bucal podem ter uma expectativa de vida 25% maior e com mais qualidade. Frequentemente, os sinais físicos de doença periodontal não são óbvios, mesmo quando avançada. Por isso é tão importante levar seu pet para realizar exames odontológicos de rotina pelo seu veterinário. A profilaxia oral é recomendada a partir de 1 ano de idade e o intervalo entre procedimentos pode ser 6 meses a 1 ano. Esse intervalo dependerá de fatores genéticos (raças de pequeno porte são mais propensas a doença periodontal), da higiene oral em casa e do tipo da alimentação.  

O que acontece durante um exame odontológico e uma limpeza periodontal?

Primeiro o seu veterinário irá avaliar a saúde geral de seu animal, podendo recomendar exames pré-anestésicos e outros testes que confirmem que seu pet tem menores riscos de complicações anestésicas. A anestesia é absolutamente necessária para o tratamento odontológico e, para aumentar a segurança do procedimento, utilizamos anestesia inalatória. Para alguns pacientes que possuem uma doença periodontal mais avançada, o uso de antibiótico é recomendado antes da profilaxia oral. Durante a limpeza periodontal, o veterinário examina a boca de seu animal, procurando qualquer tipo de anormalidade, como dentes fraturados, perda dentária, úlceras e tumores. Ele utiliza um instrumento que avalia a existência de bolsas que podem ser formadas entre a gengiva e o dente (espaço subgengival), onde a doença periodontal se inicia. Ele remove a placa e o tártaro (placa calcificada) com um ultrassom odontológico e usa aparelhos específicos para remover a placa e o tártaro da região subgengival. Após a limpeza, o dente é polido para alisar a sua superfície, tornando mais lento o acúmulo de uma nova placa. Um ou mais raios-x podem ser necessários para avaliar a saúde oral. Algumas vezes os dentes que estão muito infectados e amolecidos necessitam ser extraídos.  

Como cuidar dos dentes de seu animal em casa?

Cuidados orais não terminam com a visita ao seu veterinário. A escovação dos dentes do seu pet é uma parte importante no cuidado dos dentes. Pense como seus dentes e seu hálito ficariam se você os escovasse uma vez por semana ou menos ?! Para começar a escovação dos dentes de seu pet, utilize uma gaze enrolada em um dos dedos como uma escova, passe por todas as superfícies dos dentes da frente e de trás, começando pela gengiva ate o final do dente. Faça isso uma a duas vezes ao dia por uma a duas semanas, para familiarizar seu pet em ter suas gengivas e dentes trabalhados. É sempre mais fácil iniciar esta rotina em filhotes como parte de seu treinamento, mesmo se os dentes parecerem saudáveis. Você agora está pronto para uma escova de dente macia, que pode ser aquelas fabricadas para bebês ou aquelas disponíveis para pets.

Inicialmente, pode-se embeber a escova em água morna e algum palatabilizante (que pode ser de acordo com o gosto do animal – como atum ou sopa de carne). Seu pet ira gostar do gosto facilitando assim a escovação.

Depois da aceitação da escova, uma pequena quantidade de pasta dentária especial para cães e gatos deve ser colocada na escova. Nunca use pasta dental humana, este tipo de produto possui detergentes e flúor que podem prejudicar a saúde do seu animal quando ingerida.

Comece escovando os dentes da frente, depois passe para os maiores superiores e inferiores na parte de trás da boca. Certifique-se de escovar onde o dente encontra a gengiva, porque é onde a dor e a inflamação começam. Escove os dentes de seu pet no mínimo um dia sim e outro não, diariamente é melhor. Evite dar doces ao seu animal: ele também pode desenvolver cáries, apesar de ser raro. O uso de uma ração adequada também é um importante passo na saúde oral de seu animal. A Clinica Veterinária São Francisco de Assis conta com uma equipe qualificada e equipamentos completos para a profilaxia oral, além de tratamentos específicos como endodontia (tratamento de canal e obturações) e extração dentária.

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Atendimento 24h

Porque certas coisas não têm dia e nem hora para acontecer. Sempre que seu pet precisar, estaremos aqui.