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fevereiro 21, 2016

Alimentação

Cães

O ideal é que o animal seja alimentado somente com ração, que já é um alimento completo e balanceado. Para que isso ocorra, você deve evitar dar petiscos e guloseimas a ele.

O número de refeições varia com a idade do animal:

No 1º Mês:

  • Leite materno ou substitutos do leite materno sob prescrição do médico-veterinário.

Do 1º ao 6º Mês:

  • Ração balanceada específica para a idade, variando de 3 a 5 refeições diárias. A partir de 12 meses, dar 2 refeições diárias.
  • Evitar gorduras, frituras, açúcares, fubá, farináceos, ossos de galinha, espinhas de peixe, alimentos condimentados.
  • Quanto à quantidade dos alimentos, esta irá variar com o porte, a idade e atividade de cada animal.
  • Água sempre fresca à disposição.

Gatos

A alimentação desses animais baseia-se na ração balanceada ou leite, carne e peixes, podendo-se dar frutas, legumes, queijo branco e gema de ovos.

Água sempre fresca à disposição.


Situações de Emergência

Quadros apresentados por seu animal que requerem atenção imediata de um médico-veterinário:

Sangramento:

Presença de sangue nas fezes, urina ou em qualquer parte do corpo.

Convulsões:

Tremores violentos da cabeça ou membros; atordoamento, perda de consciência.

Mudança de hábitos:

Alimentares (aumento ou diminuição acentuada de ingestão de líquidos e alimentos), higiênicos ou comportamentais.

Perda ou ganho de peso:

Mudanças dramáticas de peso (em curtos ou longos períodos).

Alterações na urina:

Dificuldade de micção, presença de sangue na urina, aumento exagerado do volume de urina ou frequência de micção, ausência de micção.

Alterações nas fezes:

Dificuldade de defecação, presença de sangue ou vermes nas fezes, aumento exagerado do volume de fezes, ausência de defecação, diarreias.

Vômitos:

Episódios múltiplos em curto período ou contínuos em um longo período; presença de sangue, fezes ou vermes no vômito.

Tosse:

Acessos constantes pode ser sinal de sérias patologias.

Anormalidades nos olhos:

Inflamação, irritação, corrimento, ocular, opacidade, dificuldade de enxergar.

Inchaços e Tumores:

Em particular os de rápido crescimento ou sangrentos.

Prurido acentuado:

Animal se coça ou morde frequentemente qualquer parte do corpo; queda de pelagem; balanço constante da cabeça.

Febre:

Nariz seco e quente, apatia; animal com temperatura acima do normal.

Dor:

Ganidos, choro ao ser manipulado; animal evita se locomover.

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Vacinas

As vacinas protegem seu animal de estimação contra as mais variadas doenças infecciosas. Uma vacinação segura deve ser composta por várias doses, pois o organismo de cada animal responde à vacinação em tempos diferentes. Doses múltiplas protegem tanto os animais mais ucoces quanto os mais tardios. Filhotes, especialmente, devem tomar todas as doses indicadas pelo médico-veterinário e permanecer em “quarentena” até o final do esquema de vacinação, ou seja: não devem sair à rua ou entrar em contato com os outros que possam transmitir doenças. Para ser vacinado, o animal deve estar gozando de excelente saúde e estar livre de parasitas.

CÃES

Vacinas para cinomose, coronavirose, giárdia, hepatite infecciosa, leptospirose, parvovirose e parainfluenza/gripe dos cães:

1ª dose: de 6 a 8 semanas de idade 2ª dose: de 10 a 12 semanas de idade 3ª dose: de 16 a 18 semanas de idade 4ª dose: de 22 a 24 semanas de idade
Vacinas para leishmaniose e raiva:
1ª dose: após 16 semanas de idade

GATOS

Vacinas para calicivirose felina, clamidiose felina, leucemia felina, panleucopenia felina e rinotraqueíte felina:
1ª dose: de 6 a 8 semanas de idade 2ª dose: de 10 a 12 semanas de idade 3ª dose: de 16 a 18 semanas de idade
Vacinas para raiva:
1ª dose: após 16 semanas de idade

Por que vacinar com com o médico-veterinário?

  1. O médico-veterinário saberá quais as vacinas realmente necessárias e compatíveis com a idade do animal, além de saber como agir se ocorrerem efeitos colaterais, bem como avaliar o motivo e consequências de eventuais falhas na vacina.
  2. Não haverá risco de vacinação em animais enfermos e debilitados, pois o médico-veterinário tem habilitação e competência para examinar, avaliar e interpretar sintomas e lesões no animal.
  3. As vacinas utilizadas são de uso exclusivo do médico-veterinário, que assegura a sua conservação em local e temperatura adequados.
  4. Somente o médico-veterinário poderá emitir o certificado de vacinação, que é documento legal, para transporte e comprovante junto aos órgãos competentes.

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